Neste local irão sendo divulgadas informações sobre o
funcionamento da disciplina. Consulte-o regularmente.
As aulas práticas
da disciplina iniciam-se na primeira semana de aulas.
Nessa semana serão resolvidos problemas sobre diversos conhecimentos
de Matemática que são necessários para o estudo da disciplina. As
provas de avaliação incluirão problemas sobre esta matéria.
Veja
aqui um documento
elaborado pelo Prof. Carlos Bispo a propósito da forma como os
alunos resolveram um problema do exame do 1º semestre de 2010/2011.
Este documento reporta os erros mais típicos que os alunos fizeram,
e mostra como a preparação em matemática de grande parte dos alunos
que frequentam a disciplina é muito deficiente. Para os actuais
alunos serve sobretudo de chamada de atenção para o facto de que
precisam de praticar muito para
(re)adquirirem os conceitos básicos de matemática, muitos dos quais
deveriam ser provenientes do ensino secundário ou mesmo do básico, e
também para o facto de que sem um domínio adequado desses conceitos
não é possível obter bons resultados numa disciplina deste tipo.
Apresentação
A disciplina de Sinais e Sistemas é oferecida pelo DEEC
(Área Científica de Sistemas de Decisão e Controlo), em ambos os
semestres, aos alunos do Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e
de Computadores, e no primeiro semestre aos alunos do Mestrado Integrado
em Engenharia Biomédica.
Esta disciplina tem como objectivo ensinar as bases teóricas e
práticas elementares de Sinais e Sistemas. Para mais pormenores veja o Programa,
abaixo.
Corpo docente
Nota: Os endereços de correio electrónico dos docentes são dados numa
forma não directamente utilizável. Para os utilizar deverá substituir
" - arroba - " por "@".
Docentes
Prof. Luís Borges de
Almeida (responsável pela disciplina) - aulas teóricas.
E-mail: luis.almeida - arroba - lx.it.pt
Livro-base da disciplina, indispensável
para o seu estudo:
Signals and Systems
Alan V. Oppenheim e Alan S. Willsky
Prentice-Hall, última edição.
Na disciplina segue-se muito de perto este livro, tanto nas aulas
teóricas como nas práticas.
Nota: Se tiver acesso a uma edição anterior deste livro poderá
usá-la. Será necessário, no entanto, ter em conta que os enunciados
de problemas não se mantêm todos entre edições, pelo que deverá
consultar a última edição sempre que necessite de se referir a
problemas pelo respectivo número.
Sumário sobre as respostas no tempo de sistemas de primeira e de
segunda ordem
Sinais e Sistemas
Isabel Lourtie
Escolar Editora, 2002.
Análise de Sistemas Lineares
Maria Isabel Ribeiro
IST Press, 2002.
Discrete-Time Signal Processing
Alan V. Oppenheim e Ronald W. Schafer
Prentice-Hall, 1989.
Theory and Application of Digital Signal Processing
L. R. Rabiner e B. Gold
Prentice-Hall.
Applications of Digital Signal Processing
Alan V. Oppenheim, editor
Prentice-Hall, 1978.
Digital Signal Processing
Abraham Peled e Bede Liu
John Wiley & Sons, 1976.
Horários
Os alunos devem frequentar as aulas atribuídas à turma em que estão inscritos. Alterações a esta regra só
serão aceites em casos devidamente justificados, e só após acordo com o
docente da aula que o aluno pretende frequentar.
Poderá ser impedida a frequência de qualquer aula aos alunos que não
pertençam às turmas a que essa aula está atribuída. Esta medida
destina-se a evitar que haja algumas aulas superlotadas e outras com muito
poucos alunos.
Aulas
Teóricas
Veja aqui
quais as páginas do livro de texto que se prevê dar em cada aula
teórica. Esta informação possibilita aos alunos lerem com antecedência
esses textos, facilitando a compreensão das aulas.
Aulas de Dúvidas
Para evitar desperdício de tempo por parte dos docentes,
os alunos que queiram comparecer nas aulas de dúvidas devem:
Avisar o docente correspondente, por correio electrónico, até às
19h da
véspera do dia em que se realiza a aula, e
Comparecer à hora do início da aula. Não é necessário esperarem por
resposta do docente à mensagem de correio electrónico.
Horário:
A publicar brevemente.
As aulas do Prof. Borges de Almeida têm lugar no gabinete deste, no
9º piso da Torre Norte. Os alunos devem fazer-se anunciar na recepção da
Torre.
As aulas do Prof. Eduardo Morgado têm lugar na sala 5.15, no 5º piso
da Torre Norte. Os alunos podem dirigir-se directamente à sala, sem
necessidade de se fazerem anunciar.
Avaliação
Forma de avaliação
A avaliação tem duas componentes:
Problemas curtos, a resolver quinzenalmente nas aulas práticas,
com um peso de 20% na classificação final.
Dois testes ou exame final, com um peso total de 80% na
classificação final. O primeiro e o segundo testes têm pesos de 35%
e 45%, respectivamente.
Para aprovação na disciplina é necessário obter
classificação igual ou superior a 10 valores na média ponderada dos
problemas das aulas práticas, e dos
testes ou do exame final. A média das classificações dos testes ou a
classificação do exame deverá ser, no mínimo, de 10 valores. Não existe nota mínima
para cada um dos
testes, individualmente, nem para os problemas das aulas práticas..
Os alunos podem repetir um dos testes, para melhoria de nota, na
data de exame. Podem também realizar um teste pela primeira vez
nessa data. Não podem, no entanto, realizar nessa data os dois
testes.
O segundo teste abrange toda a matéria dada na disciplina.
Nas provas de avaliação só é permitida a
consulta do formulário da disciplina, que pode ser obtido
aqui. Os alunos devem imprimir o seu
próprio exemplar e levá-lo para o exame.
Nas provas de avaliação só é permitido o uso de
calculadora de quatro operações, eventualmente com raiz quadrada
e/ou percentagem. Por esse motivo aconselha-se que os alunos se
assegurem com antecedência de que têm disponível uma calculadora deste tipo. Faz-se notar, no entanto, que normalmente os cálculos poderão ser
todos feitos à mão, pelo que
a calculadora será desnecessária.
O motivo da restrição relativa à calculadora é o seguinte:
Pretende-se que não seja possível levar na calculadora informação
adicional, para além daquela que consta do formulário. Nas condições em que os
testes são realizados, com um número elevado de alunos,
torna-se virtualmente impossível distinguir, individualmente, se
cada calculadora científica permite ou não guardar informação
adicional. Por esse motivo não se permite o uso de qualquer calculadora
científica.
Considera-se calculadora científica qualquer calculadora que não
tenha apenas as quatro operações e, eventualmente, percentagem e/ou
raiz quadrada.
Nas provas de avaliação não é permitido o uso de
telemóveis nem de equipamentos semelhantes, mesmo que seja para
servirem de relógio ou de calculadora.
Os alunos devem levar para as provas
todo o material de que necessitem, incluindo o formulário e folhas de ponto e de
rascunho. Durante a realização das provas não é permitido pedir
quaisquer objectos a colegas.
Os resultados da avaliação serão publicados neste
local.
Problemas
Veja aqui a lista de problemas que se
prevê resolver nas aulas práticas, bem como a lista de problemas que se
aconselha que os alunos resolvam no âmbito do seu estudo da disciplina.
Esta lista irá sendo actualizada ao longo do semestre.
Nota: Estes enunciados são fornecidos a título meramente informativo.
As provas do semestre corrente poderão ter estrutura diferente da das
provas dos semestres anteriores.
Sugere-se vivamente que leia este
texto e também este,
escritos pelo Prof. Steven Zucker,
da Johns Hopkins University, e publicados nas Notices of the American
Mathematical Society. Estes textos aplicam-se plenamente à disciplina
de Sinais e Sistemas e, mais em geral, à maioria das disciplinas dos
cursos de engenharia em Portugal.
Citam-se os pontos mais importantes:
You
are no longer in high school.
The great majority of you, not having done so already, will have to
discard high school notions of teaching and learning and replace them
by university-level notions. This may be difficult, but it must happen
sooner or later, so sooner is better. Our goal is more than just
getting you to reproduce what was told to you in the classroom.
Expect to
have material covered at two
to three times
the pace of high school. Above that, we aim for greater command of the
material, especially the ability to apply what you have learned to new
situations (when relevant).
Lecture
time is at a premium, so it must be used efficiently. You cannot be
“taught” everything in the classroom. It
is your
responsibility
to learn the material.
Most of this learning must take place outside
the
classroom. You should be willing to put in two hours outside the
classroom for each hour of class.
The
instructor’s job is primarily to provide a framework, with some
of
the particulars, to guide you in doing your learning of the concepts
and methods that comprise the material of the course. It is not to “program”
you with isolated facts and problem types nor to monitor your progress.
You
are expected to read the textbook for comprehension. It gives the
detailed account of the material of the course. It also contains many
examples of problems worked out, and these should be used to
supplement those you see in the lecture. The textbook is not a novel,
so the reading must often be slow-going and careful. However, there is
the clear advantage that you can read it at your own pace. Use pencil
and paper to work through the material and to fill in omitted steps.
As for when
you
engage the textbook, you have the following dichotomy:
[recommended
for most students]
Read for the first time the appropriate section(s) of the book before
the
material is presented in lecture. That is, come prepared for class.
Then the faster-paced college-style lecture will make more sense.
If
you haven’t looked at the book beforehand, try to pick up what
you can from the lecture (absorb the general idea and/or take
thorough notes) and count on sorting it out later while studying
from the book outside of class.
Exams will
consist largely of fresh problems that fall within the material that
is being tested.
Esta página é mantida por Luís
Borges de Almeida - E-mail: veja acima, e foi
vistavezes (este número inclui as consultas efectuadas ao longo dos vários anos, desde
que a página existe).